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29/06/2016-
Assembleia do Unafisco Saúde vota reajuste e propostas sobre o Plano
Titulares do Rio questionam metodologia e poucas explicações sobre o cálculo do reajuste

Filiado José Carlos Sabino defende reajuste pelo índice mínimo nos anos em que categoria não tiver reajuste salarial. À mesa, a partir da esq., os diretores da DS/Rio Sonia Cunha, Luiz Fernando Del-Penho, Regina Hardman, Marcílio Henrique Ferreira e Helio Muylaert


Os titulares do Plano Unafisco Saúde do Rio de Janeiro, presentes à Assembleia Nacional realizada no dia 22 de junho, aprovaram o reajuste de 11,53%% para as mensalidades do Plano Premium, e de 7,28% para o Plano Soft. A única alternativa oferecida seria o reajuste de 13,57% nas duas modalidades.

A votação ocorreu em meio a protestos pela forma como os índices são apresentados à assembleia – numa espécie de “modelo fechado”, que inviabiliza outras proposições oriundas dos usuários do Plano. A exemplo do ocorrido em anos anteriores, os filiados cobraram explicações sobre a metodologia aplicada na composição dos índices, a restrição do voto a somente dois percentuais possíveis, bem como alternativas de reajuste que levem em conta a falta de correção salarial da categoria.

“Priorizam sempre as reservas do plano, que hoje são de R$ 70 milhões, mas não levam em consideração que estamos sem aumento”, destacou um auditor, com o apoio de diversos filiados.

O plenário fez duras críticas ao que foi considerado, por uma auditora, como “falta de transparência na formação dos índices”. O outro percentual levado à assembleia é o que está sendo proposto pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) para planos de saúde coletivos empresariais. E, no tocante à sinistralidade – um forte elemento quando se avalia o valor da mensalidade –, embora haja número significativo de idosos vinculados ao Unafisco Saúde, o percentual de ocorrências é pequeno, quando comparado ao mercado.

Na avaliação da auditora, “o índice da ANS serve a um outro escopo de plano de saúde e os números da sinistralidade do nosso Plano de Saúde mostram um comportamento diferente do que foi trazido à assembleia”.

Outro titular do Plano lembrou que o Unafisco Saúde foi criado para atender às necessidades dos Auditores-Fiscais, dando voz a expectativas e demandas que jamais seriam acolhidas nos planos de saúde “de mercado”. Mas, a possibilidade de participar nas decisões vem se perdendo, diante do modelo de discussão adotado pela Administração, no qual as propostas são apresentadas às assembleias com três alternativas – sim, não ou abstenção.

Para esse colega, “é uma política de cima para baixo, que somente nos impõe os reajustes. A gente não discute mais nada. Precisamos dos dados. Aliás, os dados deveriam ter sido enviados a cada titular do plano há uns 20 dias, para analisarmos corretamente”.

Finalizando os debates, uma auditora alertou os presentes sobre o perigo da proposta de alteração no Estatuto do Sindifisco Nacional, para que as assembleias do Unafisco Saúde sejam realizadas via internet, a critério do Conselho Curador do Plano de Saúde. “Vamos ficar atentos sobre isso, pois muitos colegas não utilizam a internet e podem acabar aprovando coisas que não nos favorecem”.

Ela também sugeriu que os planos Soft e Premium tenham o mesmo índice de reajuste e que a DS/Rio constitua um Grupo de Trabalho, formado por voluntários, para levar ao Conselho Curador do Plano de Saúde estudos e propostas dos titulares do Unafisco Saúde na base Rio.

Propostas ao Conselho Curador do Plano Unafisco Saúde

1) Na hipótese de não ocorrer reajuste para a categoria, o reajuste da contribuição mensal será feito pelo menor índice disponível para atualização das contribuições, suficiente para manter o Plano saudável. Caso ocorra o reajuste para a categoria, será feito considerando tanto a obtenção de receita como a capacidade contributiva dos filiados.

2) Que nas propostas de reajustes das contribuições venham todos os possíveis índices existentes, com o detalhamento dos mesmos.

3) Que seja formado um Grupo de Trabalho para elaborar propostas a serem apresentadas ao Conselho Curador e que este apresente um retorno à assembleia.

4) Que haja o mesmo índice para os dois Planos, Premium e Soft.

5) Que o atual reajuste do Premium seja de 7,28%.

 

 

 

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