Interagir com a natureza, aproveitando a manhã para fazer atividade ao ar livre num ambiente de beleza sem igual, em ótima companhia…não tem preço! Se você, filiado da DS/Rio, aprecia caminhar ao lado de bons amigos, está convidado pelo diretor-Adjunto de Aposentadoria e Pensões da DS/Rio, Auditor-Fiscal Arnaud da Silva, a percorrer a trilha do Museu do Açude, na Floresta de Tijuca.
A atividade será realizada neste sábado, dia 29 de março, a partir das 9h, com término previsto para 11h30. A trilha circular começa e termina na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista. A distância total do percurso é de cerca de 6 km, em um desnível aproximado de 150 metros. Ao final da trilha, os participantes irão almoçar no Bar da Pracinha, que fica na Praça Afonso Viseu.
O passeio é aberto aos colegas aposentados, pensionistas e ativos, bem como seus familiares. Não há necessidade de inscrição. Basta chegar às 9h no ponto de encontro, que será na Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista.

Orientações – A recomendação é que os participantes utilizem transporte urbano, uber ou táxi para chegar ao local.
Os colegas deverão levar um litro (ou mais) de água potável, para hidratação contínua, e um lanche leve – frutas duras, grãos, barras de cereais, sanduiches leves sem maionese são excelentes opções.
As roupas e calçados devem ser leves. Nada de salto ou sapato apertado. Tênis para caminhada é a melhor opção.
Usem boné, chapéu ou viseira e muito filtro solar. E não se esqueçam de aplicar repelente de insetos no corpo inteiro!!!
Floresta com museu – Considerada um oásis em meio ao caos urbano, a Floresta da Tijuca é a maior área urbana reflorestada do mundo, construída pelas mãos humanas e preservada pela própria natureza. Pertence ao Parque Nacional da Tijuca, área de preservação ambiental localizada no coração do Rio de Janeiro, de fácil acesso por meio de transporte coletivo ou veículo particular.

O Museu do Açude foi criado em 1964 e fica dentro da Floresta da Tijuca. O casarão, erguido em 1913, era a casa de veraneio de Raymundo Ottoni de Castro Maya, apreciador das artes e da literatura e apaixonado pelo Rio de Janeiro. Em suas viagens pelo mundo, Castro Maya colecionou livros, pinturas, porcelanas orientais e azulejos portugueses. Para que as obras permanecessem no Rio e o público tivesse acesso ao acervo, criou a Fundação Castro Maya.
Em 1968, com a morte de Castro Maya, o Museu do Açude passou a ser dirigido pela Fundação. Em 1990, o local recebeu o título de Patrimônio Integral – um espaço que se preocupa com os patrimônios cultural e natural.
A participação dos colegas na trilha do Museu do Açude (29/3, às 9h) será muito bem-vinda!






