Em conformidade com as decisões tomadas pela categoria, em Assembleia Nacional, e as diretrizes do Comando Nacional de Mobilização (CNM), os Delegados e Delegados-Adjuntos das unidades da Receita Federal localizadas na 7ª Região Fiscal, bem como os Auditores-Fiscais lotados nas Alfândegas do Aeroporto Internacional do Galeão e do Porto do Rio de Janeiro, emitiram comunicados sobre suspensão das atividades na semana de 19 a 23 de maio, de acordo com calendário estabelecido em reuniões setoriais (ver abaixo).
Delegacias – Os Delegados e Delegados-Adjuntos das unidades da 7ª RF farão greve no período de 20 a 22 de maio. A decisão foi motivada pela ausência de avanços na reunião do Sindicato com o MGI, realizada em Brasília, no dia 14 de maio. Segue o comunicado.
Porto RJ – Os Auditores-Fiscais lotados na Divisão de Despacho Aduaneiro (DIDAD) da Alfândega do Porto do Rio de Janeiro oficializaram a adesão à greve, na semana de 19 a 23 de maio, através do Comunicado DIDAD/ALF/RJO nº 207/2025 (ver abaixo).
No comunicado, informam ainda que não haverá publicação de despachos decisórios entre os dias 20 e 22 de maio. Nesse período, serão desembaraçadas somente “as declarações de importação e exportação que amparam itens considerados essenciais”.
O descaso do governo com a negociação foi novamente citado como motivação principal para a continuidade da adesão à greve.
Aeroporto – Da mesma forma, os colegas que trabalham na Divisão de Despacho Aduaneiro da Alfândega do Aeroporto do Rio de Janeiro (DIDAD/ALF/GIG) confirmaram a continuidade da suspensão do atendimento externo do setor (ver abaixo).
No comunicado, os Auditores-Fiscais lotados naquela Divisão aduaneira citam como resultado da decisão “a mais recente medida anunciada do governo, que diminui o valor do bônus de produtividade da categoria, além de não ter apresentado qualquer proposta concreta às reivindicações”, fato resultou na greve iniciada em 26 de novembro de 2024.
Os Auditores-Fiscais da Aduana do Galeão também lamentam “eventuais transtornos e prejuízos que serão causados à sociedade brasileira”, mas destacam que, diante da “inação do governo” e de “medidas que visam prejudicar os Auditores-Fiscais”, o acirramento da greve é “a única alternativa que nos restou na tentativa de alcançarmos nossos pleitos e protestarmos contra essa afronta”.
Engajamento coletivo – A diretoria da DS/Rio cumprimenta os colegas pelo engajamento coletivo no movimento da categoria e reafirma que os Auditores-Fiscais da Receita Federal devem ser tratados com respeito e com isonomia em relação às demais categorias consideradas como típicas de Estado.









